Dr. João Paulo Martins — Angiologia e Cirurgia Vascular Agendar consulta
InícioSobreTodos os serviços
TratamentosTratamento de varizesEscleroterapia e espuma ecoguiadaCirurgia de varizesLaser endovenoso e ablação térmicaTratamento de trombose venosaAngioplastia de carótidaCirurgia endovascular de aneurismaTratamento de úlceras vasculares
ExamesDoppler vascular (duplex scan)Doppler venoso de membros inferioresDoppler arterial de membros inferioresDoppler de carótidas e vertebraisMapeamento venoso pré-operatórioAngiografia (arteriografia)
Doenças que tratoVarizes de membros inferioresTrombose venosa profundaInsuficiência venosa crônicaÚlceras venosasDoença arterial obstrutiva periféricaDoença das artérias carótidasAneurisma de aorta abdominalPé diabético
ConvêniosBlogContatoAgendar consulta
Doença

Doença arterial obstrutiva periférica

Dor na panturrilha que aparece sempre na mesma distância e passa quando você para — esse é o sintoma mais característico de artérias obstruídas nas pernas.

Doença arterial obstrutiva periférica — Dr. João Paulo Martins

Na doença arterial obstrutiva periférica, placas de aterosclerose estreitam as artérias das pernas e reduzem a chegada de sangue aos músculos. Em repouso a irrigação ainda basta; ao caminhar, a demanda aumenta e o músculo dói por falta de oxigênio. É a claudicação intermitente.

Sintomas por estágio

  • Dor, câimbra ou queimação na panturrilha, coxa ou nádega ao caminhar, que alivia parando
  • Redução progressiva da distância que se consegue percorrer
  • Dor nos pés em repouso, principalmente à noite, que melhora ao pendurar a perna
  • Pele fria, pálida ou arroxeada, com pelos rarefeitos e unhas espessadas
  • Feridas nos dedos e no pé que não cicatrizam
  • Escurecimento de um dedo — situação de urgência

Um sinal de alerta para todo o corpo

Quem tem doença arterial nas pernas frequentemente tem aterosclerose no coração e nas carótidas. O diagnóstico é, portanto, uma oportunidade de reduzir o risco de infarto e AVC, e não apenas de tratar a perna.

Tratamento

A base é clínica e não é opcional: parar de fumar, controlar diabetes, pressão e colesterol, usar as medicações indicadas e — talvez o mais subestimado — fazer um programa de caminhada supervisionada, que comprovadamente aumenta a distância percorrida sem dor. Quando há dor em repouso, ferida que não cicatriza ou limitação importante, entram a angioplastia e as cirurgias de revascularização.

Parar de fumar é o tratamento mais eficaz

Nenhum medicamento ou procedimento supera o benefício de cessar o tabagismo na doença arterial periférica. Ele reduz a progressão das placas, melhora os sintomas e diminui muito o risco de amputação.

Dr. João Paulo Martins Campos
Dr. João Paulo Martins CamposAngiologia e Cirurgia Vascular · CRM-MG 56701 · RQE 47655

Dúvidas

Perguntas frequentes

Dor ao caminhar é sempre circulação?

Não. Problemas na coluna, artrose e alterações musculares também causam dor ao andar. O padrão da dor e o exame vascular ajudam a distinguir — e o índice tornozelo-braquial dá a resposta objetiva.

Caminhar com dor faz mal?

Não faz mal e é parte do tratamento. Programas de caminhada até o limiar da dor, com pausas, aumentam progressivamente a distância percorrida.

Todo mundo com claudicação precisa operar?

Não. A maioria melhora com tratamento clínico e exercício. A revascularização é indicada quando há dor em repouso, ferida isquêmica ou limitação importante apesar do tratamento.

Diabetes agrava?

Sim, muito. O diabetes acelera a aterosclerose e reduz a sensibilidade do pé, o que atrasa a percepção de feridas. Exige acompanhamento vascular mais próximo.

Agende uma avaliação

Uma consulta com exame das pernas e Doppler responde, em uma hora, o que semanas de busca na internet não respondem: o que você tem, se é urgente e o que dá para fazer.