Fatores de risco
Normalmente, as varizes pélvicas aparecem em mulheres entre 30 e 50 anos e entre as que tiveram uma gravidez ou mais. O número de gestações pode aumentar esta incidência, assim como o histórico familiar de varizes. Por vezes, são mulheres com problemas hormonais e distúrbios menstruais durante toda a vida. As mulheres que tiveram uma ou mais gestações são mais propensas a sofrer com esse problema, porque durante a gravidez as veias pélvicas tendem a se alargar muito, de modo a ter uma boa conexão com o feto. Se essas veias não retornarem ao tamanho normal após o parto, a mulher desenvolverá varizes pélvicas.Saiba mais sobre o tratamento das varizes pélvicas
As varizes pélvicas não têm cura, mas os sintomas podem ser controlados com medicamentos e em alguns casos cirurgia. Dessa forma, é muito importante consultar um especialista para determinar a melhor forma de tratamento. O diagnóstico será feito por de exames como eco-doppler, tomografia abdominal ou pélvica e angiorressonância. O uso de medicamentos orais ajuda a diminuir a dilatação das veias, mas nem sempre é efetivo. E é aí que a ginecologia e a cirurgia vascular devem trabalhar juntas. Caso o problema não seja solucionado, uma cirurgia ou técnica de embolização podem ser boas alternativas.- Na cirurgia o médico faz um “nó” nas veias afetadas, fazendo com que o sangue circule apenas nas veias saudáveis. Essa cirurgia requer internação hospitalar, pois é feita sob anestesia geral;
- A Embolização consiste na colocação de pequenas molas nas veias pélvicas que se encontram dilatadas para bloquear o fornecimento de sangue para as veias e diminuir, dessa forma, os sintomas. A intervenção dura de uma a três horas, e geralmente não é necessário internação hospitalar. Além disso, pode ser usada escleroterapia com espuma ou outros embolizantes para ajudar na oclusão das veias afetadas.
Ficou com dúvida sobre o seu caso?
Este artigo é informativo e não substitui a consulta. Se algum dos sintomas descritos aqui é o seu, agende uma avaliação — o exame clínico e o Doppler respondem o que um texto não consegue.

